Por que ele continua crescendo nas redes e o que podemos fazer para contê-lo?
Em um cenário onde a desinformação corre mais rápido que a ciência, analisar o movimento antivacina se tornou urgente. A Ybrida, agência referência em comunicação em saúde, fundada e gerida por Angela Priuli, pós doutora em Imunologia, traz uma contribuição essencial através do artigo “Movimento antivacina: origem, comportamento e percepção pública” escrito por Alice do Monte, publicitária com atuação no setor de healthcare. O texto evidencia que a rejeição às vacinas existe desde Edward Jenner — pioneiro da vacinação contra a varíola — e hoje encontra terreno fértil nas redes, impulsionada por algoritmos que priorizam narrativas sensacionalistas e conspiratórias.
Ao percorrermos esse caminho, enxergamos que não se trata apenas de hesitação individual, mas de um fenômeno social e tecnológico que afeta diretamente o alcance dos nossos sistemas de saúde.
Como nasce e se consolida o movimento antivacina
- O artigo destaca que teorias conspiratórias, desconfiança institucional e apelos emocionais compõem o cerne das narrativas antivacinas.
- Segundo Alice do Monte, 25% do conteúdo antivacina nas redes explora o emocional, enquanto apenas 0,3% das publicações pró-vacina fazem o mesmo — uma clara vantagem algorítmica.
O impacto das redes sociais
- Estudo do MIT aponta que fake news têm 70% mais probabilidade de serem compartilhadas do que notícias verdadeiras.
- A agência ressalta que plataformas como Instagram e TikTok intensificam esse ciclo por priorizar engajamento — mesmo que isso signifique desinformação.
Consequências reais na saúde pública
- A cobertura vacinal infantil no Brasil caiu de 97% em 2015 para 75% em 2020 — um tombo que provocou o retorno de doenças controladas.
- Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria mostram que 74% dos pediatras relatam casos de famílias que se recusam a vacinar por medo de reações ou fake news.
O que podemos fazer
- Literacia em saúde: fortalecer o pensamento crítico para que o público avalie melhor as informações.
Leia também: Literacia Digital em Saúde: O Caminho para um Acesso Mais Justo.
- Comunicação empática: usar histórias reais, linguagem acessível e personagens identificáveis para humanizar a ciência.
- Protagonismo profissional: médicos, enfermeiros e conteúdo confiável devem ocupar presencial e digitalmente a comunicação sobre vacinas.
O movimento antivacina é um desafio complexo e multifacetado, potencializado por algoritmos que premiam o show emocional em vez da verdade científica. Mas, como reforça a matéria entregue pela Ybrida, é possível resistir com ações concretas em favor da informação.
Aqui na Imunovida, reforçamos nosso compromisso com a confiabilidade das informações que levamos para a nossa audiência, um dos pilares da nossa missão institucional é ocupar nosso espaço digital com responsabilidade e colaborar para a mais essencial das prevenções: a educação.
Acesse o artigo completo no link: Movimento antivacina: origem, comportamento e percepção pública nas redes sociais
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Fonte principal:
MONTE, Alice do. Movimento antivacina: origem, comportamento e percepção pública nas redes sociais. Ybrida Talks, [s. d.]. Disponível em: https://ybrida.com/ytalks-movimento-antivacina/. Acesso em: 22 jun. 2025.