Medo de injeção? Veja como ajudar a criança a superar!

Medo de injeção? Veja como ajudar a criança a superar!

28 Out 2024

por Imunovida

A aicmofobia é caracterizada pelo medo de tomar injeção, algo muito frequente entre crianças. Esse medo pode estar relacionado a diferentes fatores. Além do princípio da dor, ele também tem relação com o fato delas estarem em um ambiente desconhecido, rodeado de pessoas estranhas, bem como muitas vezes sentirem frio, por terem que ficar parcialmente despidas.

Por isso, investir em práticas acolhedoras e eficazes é o primeiro passo para que seu filho supere esse medo e entenda que em alguns momentos da vida a temida “picadinha” será necessária. É claro que existem algumas alternativas pontuais para aliviar o incômodo durante a aplicação da vacina, mas certas atitudes não podem ser dispensadas!

O Medo De Agulhas

O medo de agulhas é mais comum do que imaginamos e não é exclusividade das crianças. Muitos adultos também se sentem desconfortáveis e amedrontados quando precisam levar uma agulhada, porém entendem a necessidade e acabam recebendo a medicação mesmo com temor.

Algumas vezes, esse medo dos adultos vem de fatores desenvolvidos lá na infância, fomentado por pais que não entendem o medo e não hesitam em formular frases duras como “não chora! É só uma injeção!”, “você não tem coragem”, “que coisa feia chorar perto das pessoas”.

Esse tipo de fobia é algo terrível para pais que precisam levar seus filhos à vacinação ou quando necessitam tomar algum remédio. É nesse momento que muitas atitudes e falas podem ser insuficientes e – o pior – acabar culminando no aumento do medo em relação às agulhadas.

Além de minar a autoestima da criança, essas falas carregam um tom de repreensão, fazendo com que os pequenos sintam ainda mais medo de tomar injeção. Contudo, uma mudança de comportamento na criança depende muito da forma como pais e responsáveis atuam diante da necessidade de adaptação.

Quem tem medo de agulha?

Algumas pessoas não sentem o menor desconforto ao fazer um exame de sangue ou se vacinar. Já para outras, as agulhas são um pesadelo. O medo de agulha atinge de 3% à 10% da população mundial. O que corresponde a cerca de 700 milhões de pessoas. Essa porcentagem cresce ainda mais entre as crianças. Afinal, quase todas sofrem com esse temor.

Ele é ligado a uma sensação de descontrole emocional, em que a pessoa chega a sentir vergonha pelo medo. Por conta disso, também pode acionar outros distúrbios psicológicos, caso a pessoa afetada não consiga lidar bem com essas situações sozinha.

As fake news também influenciam na negação da vacina, uma vez que diversas informações falsas são passadas, disseminando mentiras sobre a vacinação, dizendo que causam efeitos colaterais absurdos. Por isso diversas pessoas podem desenvolver um medo causado por mentiras alheias.

Sempre se informe sobre suas dúvidas para saber se uma notícia sobre vacina é fato ou fake, e entenda qual a verdade para se tranquilizar!

Em casos extremos, a pessoa pode ser diagnosticada com aicmofobia, o medo irracional de agulhas, injeções e alfinetes.

Além disso, a aicmofobia causa ansiedade e aumento da frequência cardíaca nas pessoas que sofrem desse mal. O simples fato de pensar, ou estar na presença de objetos pontudos, causa um grande desconforto, podendo levar ao desmaio.

De onde vem o medo de agulha?

O medo de agulhas, assim como o medo do escuro, está principalmente relacionado com experiências traumáticas. Com isso, o elevado nível de estresse, junto a influência de pessoas próximas, que relatam o mesmo temor, contribui para o desenvolvimento do temor.

A associação de memórias ruins com o objeto também pode influenciar essa fobia. Resultados ruins de exames ou até mesmo o falecimento de um ente querido podem estar vinculados ao subconsciente de quem sofre com o problema.

Os bebês

A hora da imunização é um momento de tensão, em que a injeção gera sensações desagradáveis e dor.

O médico, uma pessoa desconhecida, e seu ambiente pouco explorado intensificam essa experiência para o bebê. Um adulto próximo que partilha do mesmo problema pode influenciar o comportamento das crianças. Outro fator é quando o objeto é usado como ameaça ou punição, por exemplo.

“Se continuar chorando, vou te levar para tomar injeção!”

É pouco provável que um bebê não chore durante a vacinação e ninguém gosta de ver os pequenos chorando.

Dicas para perder o medo de agulha

Agora que você entendeu um pouco sobre o que causa o medo de agulhas e algumas curiosidades sobre esse assunto, vejamos algumas dicas para perder de vez o medo de vacina e poder enfrentar qualquer agulha!

1- Não exagere

Pais exagerados e que temem o momento da injeção mais do que os filhos são bem mais comuns do que imaginamos. Com a intenção de fazer com que aquele momento seja normal para a criança, muitos tendem a ficar falando com muita antecedência, tentando criar uma ambientação segura.

Porém, essa atitude pode ser perigosa, já que muitas crianças ficam com mais medo, ao invés de verem segurança na conversa frequente. O ideal é informar seu filho – com firmeza e carinho – que ele precisará tomar a injeção, sem fazer disso um grande acontecimento.

2 – Não omita a verdade!

Outra atitude que mina a confiança da criança é quando os pais mentem sobre a decisão da injeção. Ao chegar no consultório ou posto de saúde a criança se dá conta que receberá o medicamento e fica em pânico.

Trate seu filho com responsabilidade afetiva. Esconder dele que há a necessidade de aplicação do medicamento via agulha faz com que ele – além de ficar com muito medo – não confie mais na sua palavra quando o assunto for relacionado a medicamentos. É muito importante para os pequenos reconhecer nos pais um lugar de segurança e conforto. Seja isso para seus filhos no momento da injeção.

3 – Mostre Tranquilidade

Uma das melhores maneiras de passar segurança para alguém é mostrar que você está tranquilo. Isso torna-se muito mais eficiente quando estamos falando de crianças, pois elas veem no adulto uma figura de segurança, autoridade e confiança! Logo, elas tendem a pensar “se meu pai e minha mãe estão tranquilos eu não preciso ter medo”.

Mesmo que seu coração se parta com as lágrimas do seu filho, tente mostrar que o processo é natural. Conte como foi a sua experiência com injeção, demonstre que isso é para o bem dele, mas sem fazer julgamentos, comparações ou ficar pressionando para que a criança seja corajosa.

4 – Controle e birra

Crianças são inteligentes! Eles percebem quando os pais estão mais acessíveis para dar o que eles desejam, e normalmente esse momento está relacionado a ter que passar por alguma situação difícil, como é o caso de ter que tomar injeção. Neste momento, não deixe que a birra tome conta da situação.

O ideal, ainda, é não dar gratificação por bom comportamento no momento de aplicação da injeção. Implantar a cultura de presentear bons comportamentos pode influenciar na maneira como ele irá lidar com situações futuras, inclusive na vida adulta. O melhor é conversar sobre a necessidade e deixar claro que isso é um processo natural da vida!

5 – Cumpra Suas Promessas!

Mesmo não sendo ideal dar presentes pelo bom comportamento dos filhos, alguns pais prometem presentes para os pequenos antes deles receberem a injeção. A criança irá controlar o choro, forçando uma resistência para a qual não está preparada, pois isso fará com que ela receba uma gratificação.

Além de ficar sempre esperando um presente por bom comportamento – como dito anteriormente – ela também começa a relacionar “passar dor” como uma atitude para conseguir o que quer.

Contudo, caso você insista em presenteá-la, cumpra a promessa. Pior do que dar um mimo nessas situações é prometer e não cumprir. A criança irá se sentir enganada e de jeito nenhum irá facilitar na próxima vez que precisar levar uma agulhada.

6 – Converse bastante!

A melhor maneira de resolver as coisas ainda é com diálogo! Seu filho precisa entender a necessidade de tomar o medicamento. Precisa saber que isso é uma coisa comum e que realmente dói. Seja verdadeiro com a criança!

Ficamos pensando que eles não são capazes de entender por serem muito jovens, mas normalmente tendem a ser mais acessíveis quando falamos a verdade. Deixe ele entender que haverá dor, desconforto e medo, mas que isso é absolutamente normal.

Ajudar os filhos a romper os medos na infância, sem que isso seja carregado por toda uma vida, é papel dos pais. Por isso, para além de investir em uma alimentação saudável, com atividades lúdicas e que instigam o conhecimento, é preciso que haja confiança.

A criança crescerá mais segura e pronta para tomar decisões com pais verdadeiros, que incentivam a resolução de problemas e a independência. Assim, o futuro do pequeno será muito mais promissor e ele não terá que sofrer com situações mal resolvidas lá na infância!

Fonte: LIKLUK

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